Escrito por:Augusto Gattone
Walter Black estava rindo.
Riu até a hora em que a mandíbula começou a doer e a garrafa de uísque barato que segurava entre as mãos caiu sobre o chão.
Policiais tolos! Havia sido tão fácil. Agora Walter tinha cinqüenta notas das grandes em seus bolsos. Se o guarda havia morrido, não foi culpa de Walter, o guarda cavou o próprio tumulo, assinou sua própria sentença de morte desde o momento em que decidiu confrontar Walter.
Rindo, Walter Black levou novamente a garrafa até os lábios. Foi quando ele escutou alguns passos precipitados vindo da escada que levava ao sótão onde ele havia se escondido.
Pegou seu revolver. A porta se abriu lentamente, e Walter viu a silhueta de alguém. O estranho vestia uma jaqueta negra e um chapéu cobrindo os olhos.
- Oi, olá! – disse – Walter... Venho lhe observando. De fato você me agradou muito, sabia?- O Estranho riu loucamente, naquele momento Walter estava horrorizado.
- Quem diabos é você? -Perguntou Walter-O Estranho riu novamente.
-Você me conhece. Eu te conheço. Fizemos um pacto a mais ou menos uma hora atrás, para ser mais exato... No momento em que você disparou naquele guarda.
-Largue-me! Largue-me!-Gritou Walter, enquanto O Estranho segurava forte o seu braço.
-Chegou sua hora, Walter, é hora de vir comigo- Disse o estranho com um ar solene-Além do mais, existe um longo caminho para percorrermos.
O Estranho tirou a jaqueta e o chapéu. Walter contemplou aquele Rosto. Gritou. Walter Black gritou, e gritou e gritou.
Mas o Estranho apenas riu, e em um instante, o cômodo estava silencioso, e completamente vazio, deixando no ar apenas um fortíssimo cheiro de enxofre.
Walter Black estava rindo.
Riu até a hora em que a mandíbula começou a doer e a garrafa de uísque barato que segurava entre as mãos caiu sobre o chão.
Policiais tolos! Havia sido tão fácil. Agora Walter tinha cinqüenta notas das grandes em seus bolsos. Se o guarda havia morrido, não foi culpa de Walter, o guarda cavou o próprio tumulo, assinou sua própria sentença de morte desde o momento em que decidiu confrontar Walter.
Rindo, Walter Black levou novamente a garrafa até os lábios. Foi quando ele escutou alguns passos precipitados vindo da escada que levava ao sótão onde ele havia se escondido.
Pegou seu revolver. A porta se abriu lentamente, e Walter viu a silhueta de alguém. O estranho vestia uma jaqueta negra e um chapéu cobrindo os olhos.
- Oi, olá! – disse – Walter... Venho lhe observando. De fato você me agradou muito, sabia?- O Estranho riu loucamente, naquele momento Walter estava horrorizado.
- Quem diabos é você? -Perguntou Walter-O Estranho riu novamente.
-Você me conhece. Eu te conheço. Fizemos um pacto a mais ou menos uma hora atrás, para ser mais exato... No momento em que você disparou naquele guarda.
-Largue-me! Largue-me!-Gritou Walter, enquanto O Estranho segurava forte o seu braço.
-Chegou sua hora, Walter, é hora de vir comigo- Disse o estranho com um ar solene-Além do mais, existe um longo caminho para percorrermos.
O Estranho tirou a jaqueta e o chapéu. Walter contemplou aquele Rosto. Gritou. Walter Black gritou, e gritou e gritou.
Mas o Estranho apenas riu, e em um instante, o cômodo estava silencioso, e completamente vazio, deixando no ar apenas um fortíssimo cheiro de enxofre.
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